SOBRE A TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

Salve a Força da Luz!

Salve o Divino Jesus!

Irmãos, os Planos de Deus são perfeitos. De Sua Perfeição decorre o tratamento igual, dispensado indistintamente, a todos os Seus filhos.

Vossas mentes, acostumadas a fazerem julgamentos, sentirão dificuldades em aceitar a lição que necessita ser transmitida; pois se há muitos que não a compreendem e nem sequer buscam a compreensão das coisas, há aqueles que desejam conhecer e é para eles que falamos.

Todas as pessoas desse tempo que viveis são filhos de Deus. Cada trabalhador das trevas, cada espírito deformado, chafurdando na lama da ignorância voluntária, os Reptilianos, os Dragonianos, todos, indistintamente, são merecedores da Misericórdia Divina.

Entretanto, há diferenças no tratamento que dispensamos a uns e outros, pois há diferenças nas respostas que obtemos a partir das energias amorosas dispensadas a todos.

Os turbulentos dias em que viveis exigem que assim seja, pois há lobos em meio aos cordeiros; e, se aos cordeiros nos dirigimos enviando a luz das revelações, e vemos refletida tal luz na forma de preces, trabalho e corrigenda, o mesmo não reflete os lobos, que beneficiados pela Presença do Altíssimo, devolvem as energias na forma de blocos pesados de forças negativas, grumos de densas emanações e todo tipo de vibrações deletérias possíveis, de serem produzidas por alguém. Decorre daí, o uso de outras armas e equipamentos que somos obrigados a utilizar em nome da Misericórdia Divina. Todos deverão compreender o grave momento que estão vivendo e reconhecerem o antagonismo das “forças” que se confrontam hoje no Planeta, para que todos exerçam o direito de usar o seu livre arbítrio e escolherem a direita ou a esquerda do Cristo.

Por essa razão, não podemos simplesmente invadir vosso Orbe e arrebatar vossa humanidade da loucura social e ambiental que vos encontrais.

Cada ser humano que vive sobre a Terra é responsável pelas condições do “psiquismo planetário”.

Nenhuma ação, pensamento ou palavra é pura, pois são carregadas das vossas emoções, produzindo frequências vibratórias graduadas pelo espectro das frequências e situadas na fonte geradora, sob um determinado patamar evolutivo da Terra e de sua humanidade.

Nossas naves encontram-se distribuídas ao redor de todos os Continentes do  Planeta. Sobre cada Continente encontra-se posicionada uma nave, que denominamos “âncora”. Delas partem as naves menores que circulam pelo espaço aéreo terrestre, monitorando as condições do planeta e a movimentação das coletividades, imediatamente situadas sob elas.

As “Naves-Âncoras” encontram-se diretamente ligadas à Nave Mãe, comandada pelo insigne Ashtar Sheran, e dela partem as forças mantenedoras das correntes magnéticas do conjunto de naves que servem.

Não interferimos em vosso modo de vida, não perturbamos vossa paz, nem vossas guerras.

Raramente nos deixamos avistar e quando isso ocorre é com o propósito de vos familiarizardes com nossa presença.

Como povo primitivo, ainda tendes reagido com estranheza à nossa presença.

Ainda discutem se existimos ou não, quando as discussões entre vós deveriam ser outras, como, por exemplo, sobre os esforços mundiais necessários a serem empreendidos para erradicação da fome no Planeta.

Das naves trabalhando sobre o Continente Africano, recebemos as mais duras vibrações, cujo teor revela o grau de primitivismo a que estais encarcerados.

A necessidade básica de nutrição do corpo de carne não está sendo ali atendida e poucos se importam com essa situação. Igual realidade pode ser vista em outras partes do Mundo, porém, desperta mais a atenção a concentração de almas famintas produzindo vórtices de energias violentas e geradoras de vácuos energéticos, geradores de forças centrípetas, cuja manifestação no plano físico é inevitável, posto que, sua criação decorre da produção de vibrações emitidas pelos seres humanos.

Não só as diferenças de temperatura são as responsáveis pela produção dos devastadores furacões, e redemoinhos de vento, que sugam para depois espalhar. Também, a força dos lamentos provenientes da fome reproduz o vazio da alma humana no corpo do planeta.

P –

Posso interrompê-lo para perguntar Irmão?

Yury –

Se a pergunta visa esclarecer o que vos apresentamos, sim.

P –

É que não compreendi muito bem. O Irmão está dizendo que fenômenos da natureza podem ser produzidos pelo conjunto de sofrimentos gerados em uma determinada área do planeta?

Yury –

Não afirmamos que pode, afirmamos que é assim. Vossa compreensão da vida restringe-se ao que vossa ciência explica, mas vos afirmamos que além dos conhecimentos produzidos por vossa ciência, há outros conhecimentos ainda mais complexos e profundos, como a interação existente entre os sentimentos produzidos pelo metabolismo psíquico de vossa humanidade e as condições fenomênicas da natureza na Terra e vice versa.

O ambiente da Terra também influencia no psiquismo humano, com a diferença de que, aos seres humanos cabe a faculdade de estabelecerem a ligação vibratória que escolheram; e à Natureza, cabe somente reger a movimentação de energias colocadas em curso pela ação humana.

P –

Agora compreendi. Quer dizer que cada Continente é gerador de uma frequência vibratória e um magnetismo que, ao interagir com outros, geram fenômenos planetários?

Yury –

Sim, os fenômenos naturais globais são a resultante de forças magnéticas, produzidas pelas coletividades viventes, em cada um dos Continentes do Planeta.

P –

E as naves o que fazem nesse contexto?

Yury – As naves monitoram as condições psíquicas de cada coletividade continental, procurando diluir as negatividades, induzindo descargas e tensões magnéticas sobre o próprio Continente que as gerou, evitando que agreguem mais forças deletérias do psiquismo do Planeta.

Vosso trabalho tem sido fundamental para que a desordem completa não tenha ainda se instalado na psicosfera terrena e consequentemente manifestada pelos fenômenos da natureza.

Por esse mecanismo que interliga todos os seres a todas as energias, em desenvolvimento ou desenvolvidas neste orbe, é que vos afirmamos que as catástrofes naturais tendem a aumentar, pois apesar de todos os esforços, do trabalho incessante, das revelações e envio de forças de polaridade positiva que vimos empregando sobre cada Continente, os seres humanos atendem mais prontamente às forças involutivas, descarregando crescentes volumes de energias de baixa frequência, desarmonizando o que constantemente procuramos harmonizar.

Nosso trabalho é como construir um castelo de areia à beira mar, onde águas agitadas sempre vêm e desfazem o que fizemos. Mas, não importa quantas vezes, ou com que violência, as águas de vossas energias em desalinho desfaçam nosso trabalho; nós o retomamos por amor a vós, por obediência ao pai, por dedicação ao Mestre Jesus e assim será até o fim.

Sobre a “transição planetária” ainda conheceis muito pouco, pois não podemos avançar com lições mais profundas, quando há tantos se afogando “nas águas rasas do conhecimento” que vos temos apresentado, em conta gotas, aos poucos.

Que o Mestre Adorado, Governador Excelso dessa humanidade e Senhor de nossos corações, possa iluminar vossas mentes para que compreendam e se modifiquem.

Não há distinção entre as criaturas, todos nós somos filhos de Deus, e como tal, merecemos o ilustre tratamento de herdeiros dos Mundos.

Paz sobre as fronteiras. A paz vem do coração.

Comandante Yury

Vidência:

Na medida em que o Comandante Yury falava, eu via o mapa mundi aberto sobre uma mesa e como num filme de três dimensões, via os conjuntos de naves destinadas a cada Continente, e acima delas a Nave Mãe, quase do tamanho do globo terrestre.

A Nave Mãe acesa, mantinha correntes elétricas circulando no astral da Terra; por onde atravessava, gerava um campo magnético ao seu redor, que limpava o astral, formando um caminho de luz.

Creio que nesses locais onde a corrente passa nenhum de nós encarnados, quando desdobrados em trabalho espiritual, podemos transitar; mas, no campo magnético imediato, vejo trânsito de irmãos que circulavam rapidamente, impulsionados pela força da luz ali existente.

 

Ao chegar às Naves-Âncoras, essa corrente elétrica alimenta seu campo de força, mantendo-o estável; e este, por sua vez, reabastece prioritariamente as naves menores que têm geradores de forças autônomas, mas que periodicamente, submetem-se à uma limpeza e calibragem de sua aparelhagem, desgastada e corroída, pela acidez da psicosfera agressiva do Planeta.

Vejo as naves volitando sobre os Continentes e sobre o mar. Trabalham incessantemente, circulando pela área predeterminada, uma não invadindo o espaço da outra, a não ser quando solicitada.

Sugam o ar dessa área, passam-na por filtros gigantescos acoplados a geradores de forças, e depois os devolvem um pouco mais limpos. Lindo o trabalho que fazem!

Ao avistarem em suas planilhas de trabalho, ocorrências como mortes coletivas, dirigem-se para o local e sem interferir, aguardam o momento de agir; se o desencarne excede a capacidade de suas forças, então solicitam apoio a outros Comandantes.

Outro tipo de ocorrência são os ataques dos “opositores do Cristo”, ao que, os Irmãos extraterrestres reagem desferindo tempestades de raios, que imobilizam e dispersam a concentração exagerada dos seguidores da Besta e seus comparsas.

É realmente incrível ver a organização, a sincronia, a harmonia e beleza desse trabalho, que as Naves Extras e Intras estão realizando em favor de nossa humanidade.

É muito amor e dedicação, dádiva muito além da nossa pequena compreensão.

São muitas naves e tenho a forte impressão de que, cada um de nós, habitante da Terra já se encontra registrado numa espécie de catálogo de “frequências vibratórias”, que servirá como referência para o nosso resgate.

Somos todos monitorados, não no sentido do que fazemos a cada hora, mas quanto à nossa condição psíquica, moral e a posição que nossos atos se situam.

Comandante Yury

03/01/2009 – Vitória/ES

Livro Nostradamus

http://www.extraseintras.com.br/publicacoes_pdf.asp