O CONTINENTE AMERICANO -

A humanidade vem percorrendo uma trajetória evolutiva de milhares de anos, debatendo-se em reajustes individuais e coletivos, arrastando-se em contendas e atritos inferiores que não consegue desvencilhar-se devido ao comodismo, orgulho e egoísmo.

Os bilhões de espíritos encarnados e desencarnados que habitam a Terra não conseguem alcançar o  quantum vibratório previsto por seus Mestres, neste ciclo planetário que se finda. A Terra, como laboratório de almas, vindas de diversos mundos, cuja maioria absoluta já percorreu anteriormente outro ciclo planetário no qual falira, terá que percorrer nova trajetória cíclica de burilamento e aperfeiçoamento espiritual noutro mundo.

A eternidade não tem fim, por isso, essas almas rebeldes percorrerão tantos ciclos planetários quantos forem necessários, até que despertem definitivamente para a Luz.

A intricada rede dos sentimentos internos só poderá ser desfeita e alinhada novamente pelo Norte Divino e pela própria criatura que se vê cansada das rodas cármicas do sofrimento.

Esta humanidade perece, pois há uma maioria de joio e uma pequena parcela de trigo.

As Américas desenvolveram-se. Novo mundo que surgiu, despertando a esperança, o recomeço da velha civilização mundial. Expansão de domínio territorial do velho mundo, que rapidamente progride e liberta-se. Todavia, os germes da prepotência e do orgulho vieram nos corações dos conquistadores dominadores, exterminando as civilizações primitivas que encontraram, destruindo a fauna e a flora, qual praga dizimadora.

Cresceram e multiplicaram-se e hoje tornaram-se aves de rapina do mundo inteiro. A América do Norte seria, no seu planejamento, o polo sustentador do progresso entre as Américas e não de domínio e escravidão.

Avança vertiginosamente em progresso tecnológico e estaciona na moral evangélica, pregando o bem para si e o domínio para os outros.

Poderia ter sido mola-mestra de progresso para as Américas, controlando e evitando a disseminação irreversível da grande destruidora da juventude terrestre: as drogas.

Houvesse a América do Norte cumprido seu papel de Guardiã das Américas e diferentes seriam os rumos da Nova Terra, que se desenvolveu sob forte ascendente do orgulho de raças.

Trocou a hegemonia pelo preconceito, a fraternidade pelo domínio.

Não provocou maiores prejuízos porque não foi permitido pelo Alto o seu domínio absoluto sobre as nações americanas. Estas deveriam manter-se independentes, cada uma com sua trajetória a percorrer e que não haveriam de serem colônias de nenhum outro país americano.

As Américas poderiam, sim, ter progredido tecnológica, material e espiritualmente com a ajuda do mais forte e não permanecerem, como em alguns países americanos, no primitivismo, na pobreza e na miséria, estimulando tais populações a cultivarem em suas terras a miséria planetária, como o haxixe, a coca e outras drogas.

Tolas criaturas que se prendem ao poder temporal e adiam o encontro inevitável com a Luz.

A queda moral da América do Norte e sua ascendência de orgulho e prepotência que não soube dominar a destronará, assim como todas as demais civilizações que disseminaram a violência, a destruição e o domínio de outros povos.

Livro Os Decaídos e Sua Trajetória Terrestre Vol. II

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