O ADVENTO DO HOMEM NA TERRA -

Depois que Amaryllis, a Deusa da Primavera, completou sua tarefa, a Chama Sétupla do Elohim significou para o mundo que a Terra estava pronta para ser habitada.

Era 21 de Março e o começo do Solstício da Primavera (no hemisfério Norte), quando Hélios e Vesta escolheram trazer para a encarnação a primeira sub-raça da Primeira Raça Raiz. O ano não estava determinado em termos igualmente precisos; contudo, pela informação dada pelos Mestres Ascensionados, esse evento provavelmente ocorreu há quatro milhões e meio de anos atrás, mais ou menos.

Estavam presentes, além dos membros da Primeira Raça Raiz, Hélios e Vesta; os membros do Reino Angélico, incluindo o Arcanjo Miguel; os Diretores dos Elementos Terra, Água e Ar, chamados Virgo, Netuno e Áries; o Maha Chohan; o Manu da Primeira Raça Raiz e os Espíritos Guardiães. Entre os Espíritos Guardiães estavam Sanat Kumara, um Ser Ascensionado de Vênus e Zarathustra, um Ser do Sol Central, representando o elemento Fogo.

Um Raio gigantesco de Luz foi projetado do Sol e a majestosa descida para a Terra começou. O Arcanjo Miguel foi o primeiro a tocar a superfície da Terra. Ele jurou que daria assistência a toda a humanidade, até que o último fluxo de vida ganhasse sua Ascensão. Então o Maha Chohan estabeleceu a Chama do Espírito Santo e a Chama do Conforto.

A descida ocorreu nas vizinhanças das Montanhas de Teton (Wyoming). Esse retiro nas Montanhas Rochosas é o foco mais antigo dos Mestres Ascensionados na Terra. É também chamado o Templo da Precipitação. Precipitação significa “ir adiante” e isso se refere ao Advento do Homem na Terra. Daqui, os Homens recém-nascidos foram para Norte, Sul, Leste e Oeste para levar a Luz de Deus para os quatro cantos da Terra.

O JARDIM DO ÉDEN

“E viu Deus todas as coisas que tinha feito, e eram muito boas” (Gênesis 1:31).

Esse relato se refere ás duas primeiras Idades de Ouro e ás três primeiras Raças Raízes, durante cujo tempo não houve imperfeição.

A humanidade morou no Jardim do Éden, “E-don” significando “obediência á Sabedoria Divina”, a sábia atividade de consciência. Durante esse período, nenhum fluxo de vida usou energia para criar uma vibração discordante. A Terra era tão harmoniosa quanto o Paraíso. Cada indivíduo era parte de uma sinfonia e em completa obediência ao seu Ser Crístico e sua Presença I AM. O corpo interior de cada um estava vibrando em perfeita harmonia. A atenção da humanidade se voltava para as coisas do Céu, não para as coisas da Terra.

Podemos questionar: Qual a aparência do Homem nesse tempo? Uma vez que as vibrações das suas vestimentas eram muito mais altas do que aquelas de hoje, o corpo físico do Homem, nesse tempo, era de uma densidade menor e poderia ser comparado ao corpo etérico atual, o qual é de uma substancia vaporosa. Consequentemente, é improvável que os membros das três primeiras Raças Raízes tenham deixado qualquer evidencia fóssil. E além de tudo ascensionaram, o que já por si elimina os resíduos post-mortem.

Durante essa Idade de Ouro, os corpos dos Homens eram luminosos. Havia uma radiação luminosa, até onde suas mãos pudessem alcançar, visível a visão externa de todos. Não era possível um engano porque a cor da radiação mostrava pensamento e sentimento. A humanidade assemelhava-se ao nosso Ser Crístico de hoje. Uma vez que a luminosidade dos elétrons brilhava através da vestimenta exterior, não era preciso iluminação artificial. O dia e a noite, como nós vivenciamos hoje, eram desconhecidos.

A Esfera resplandecente de Luz Branca Imaculada formava uma armadura natural de proteção, mantendo fora dos padrões de vibração que não pertencessem a perfeição da Presença.

Esse era um período em que todos podiam ver sua própria presença I AM, e andavam e falavam com os Anjos e Seres Ascensionados. Não havia o véu entre eles. Através da força do pensamento e do sentimento, o Homem projetava e precipitava o necessário no momento, quer fossem roupas, alimentos, abrigos ou Templos. Através da força do sentimento, o Homem energizava formas-pensamento usando substancias de Luz Universal. Tudo o que era criado era usado para o Bem geral. Todo homem e mulher estavam à serviço de Deus. Todos estavam interessados somente em ampliar os limites do Reino, aglutinando na forma as Ideias Divinas que passavam diariamente da Presença I AM de cada indivíduo para sua consciência exterior através do cordão prateado. Cada fluxo de vida era como uma fonte, criando novas Ideias da Presença, reunindo em sua volta substancia elemental, a qual respondia imediatamente ao seu chamado, uma vez que ele era co-criador juntamente com Deus.

E tantas ideias magníficas emanavam a cada dia que o Ser Exterior não podia realizar todas elas. O Ser Exterior escolhia, então, aquelas ideias que seriam de maior benefício para o mundo.

O que quer que fizesse o Homem naquela época, ele fazia bem e com grandes detalhes. Muitas horas, meses ou até a vida inteira eram, frequentemente, gastas na escultura de uma estátua ou no tecer de um tapete.

Aqueles eram dias de muita felicidade e beleza e existia somente perfeição em cada avenida da vida. A “maldição de Caim” (trabalho com o suor da fronte), desintegração e morte eram desconhecidas.

FONTE: O PLANETA TERRA SUA ORIGEM SUA HISTÓRIA SEU DESTINO